quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

O site está funcionando novamente!

Graças a Deus, o pessoal da Locaweb resolveu o problema de acesso aos meus sites, que foram desconfigurados depois de uma migração do servidor. Agora, as próximas postagens continuarão a ser feitas no blog vanessalampert.com . As que estavam aqui já foram transferidas para lá. :)

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Sobre a campanha ridícula contra Os Dez Mandamentos



Uma das coisas mais idiotas que já li nos últimos tempos (e olha que a internet tem nos brindado com muitas coisas idiotas nos últimos tempos) foi que a Igreja Universal nos obriga a comprar ingressos para o filme Os Dez Mandamentos. Na verdade, o jornalismo-preguiça ainda não se decidiu. Uma hora dizem que a igreja nos obriga a comprar ingressos para o filme, outra hora diz que a igreja compra ingressos para distribuir entre a gente. Decidam-se, é uma coisa ou outra. Não dá para ser as duas.

A verdade é que a imprensa está horrorizada e procura razões, dentro de seu saco de preconceitos, para explicar o enorme sucesso da pré-venda do filme, que já ultrapassou a casa de dois milhões e bateu vários recordes. E, provavelmente também esteja ofendida, porque, segundo a Folha de São Paulo, não haverá "sessões para críticos de cinema antes da estreia, como é de praxe no meio".

Por nunca terem se interessado em saber como somos de verdade, fora das páginas distorcidas da Veja, Folha, Globo & Cia, esse pessoal não tem dados suficientes para entender o fenômeno. Primeiro, o público de Os Dez Mandamentos não é só a Universal - e isso é fato. Falam como se a novela não tivesse sido um sucesso absoluto, liderando audiência no horário nobre inclusive quando concorria diretamente com a novela das nove - principal produto da Globo. Coisa que nunca aconteceu na história da emissora dos Marinho (a novela "Pantanal", da Rede Manchete, só começava depois da novela da Globo terminar...ninguém nunca teve coragem de bater de frente).

Vi gente sem noção argumentar que ninguém vai ao cinema para assistir a uma coisa que já assistiu na TV...oi? Em que mundo vocês vivem, pessoas azuis? Quantas vezes já assisti "De volta para o futuro" na TV? Milhões de vezes...e na sessão da tarde! E quando passou no Cinemark, lá estava eu, meu marido e a sala de cinema cheia para assistir ao filme i-gual-zi-nho ao da TV. Por que fomos? Porque amamos o filme e queríamos vê-lo na telona. Imagina se não iria querer muito mais ir ao cinema ver o que ainda não vi! Sim, porque eu vi uma novela. A edição necessária para se transformar quase duzentos capítulos em duas horas de filme cria, inevitavelmente, algo completamente diferente. Tem de ser muito desprovido de capacidade cognitiva para não entender isso.

 Sem contar que, se fôssemos seguir esse tipo de "raciocínio" dessas pessoas, os cinemas iriam à falência. Porque hoje em dia, pouquíssimo tempo depois do lançamento, qualquer filme já está disponível para baixar e assistir na TV. E alguém deixa de ir ao cinema por isso? A experiência do cinema é algo que absolutamente nada é capaz de substituir. Eu poderia ter esperado para assistir ao novo Star Wars na TV, mas fui ao cinema - e DUAS vezes. 

Porém, além do público não Universal da novela Os Dez Mandamentos, é lógico que existe um público enorme que é da Universal (eu, incluída. Membro da Universal há exatos 16 anos e um mês). E vou dizer um pouquinho como somos. Nossa cultura é de compartilhamento. Tudo o que nos faz bem, queremos compartilhar com os outros. AMAMOS a novela Os Dez Mandamentos porque vimos uma história tão importante sendo retratada com delicadeza, inteligência, competência e respeito. E, quando amamos alguma coisa, queremos passá-la adiante.

Por isso você vê membros da igreja comprando, do próprio bolso, ingressos para levar pessoas que não têm condições de ir. E você sempre vai ver isso. Quer seja em um lançamento de livro, quer seja em uma estreia de filme. Você sempre vai ver pessoas que têm mais condições (ainda que não muitas) ajudando quem tem menos. Compramos dez exemplares de livros para doar, se pudermos. Mas quem entende isso nesse mundo egoísta em que a mídia vive? 

E, para não ser injusta, preciso dizer que isso não é exclusividade da Universal. Ou como vocês acham que os padres cantores/escritores vendem tantos livros? Já presenciei a cena diversas vezes, e a última delas nem foi em lançamento. Uma senhora católica chegou na livraria e pegou uma pilha de livros do padre Marcelo, dizendo que sempre comprava para doar a amigos e vizinhos. Mas talvez a mídia não fale disso por achar que, vinda de católicos, a generosidade é válida e espontânea. E isso não é preconceito?

Sei que há membros que se dispuseram a comprar ingressos para pessoas que nunca foram ao cinema na vida. Mesmo se você não estiver nem aí para a história bíblica, é impossível negar a importância cultural disso. Pessoas que não têm condições de pagar uma entrada de cinema (a preços absurdos, principalmente em São Paulo, onde um ingresso pode custar mais de vinte reais) estão tendo a oportunidade de assistir a uma produção nacional por causa da generosidade de um grupo de desconhecidos. 

Eu não fui obrigada a comprar ingresso nenhum - e nem precisaria. Assim como quase todo mundo que acompanhou a abertura do Mar Vermelho na Record, desde o primeiro anúncio que vi do filme, já decidi comprar. Já adquiri o meu e o do meu marido na pré-venda e duvido que vá uma vez só. Como já disse, se assisti a Star Wars duas vezes, iria apenas uma ao cinema assistir a Os Dez Mandamentos?

E, para os sem-noção que perguntaram por que a Record não passa o filme em igrejas em vez de nos cinemas, eu realmente não acredito que preciso responder a isso... quanto maior a exposição, maior o público alcançado. A quem interessa agir como se o conteúdo bíblico fosse algo menor ou menos digno que a mitologia grega ou uma história de super heróis? Ou por que uma porcaria distorcida como o filme Noé, do Aronofsky, pode estar no cinema sem sofrer represálias e há uma campanha tão ridícula contra uma produção nacional de qualidade  como Os Dez Mandamentos?

Eu sei de onde vem essa oposição e sei que ela é inevitável. Porém, não deixo de me indignar quando alguém tenta subestimar minha inteligência tentando descredibilizar o filme antes mesmo da estreia. Graças a Deus, outra característica nossa é a personalidade bem definida. Eu sou muito do contra. Se vem campanha midiática tentando minimizar o sucesso do pré-lançamento, aí é que me dá vontade de fazer mais. 

Dá vontade de comprar dezenas de ingressos e sair distribuindo entre quem quer ir e não tem como, coisa que eu faria, se pudesse, e torço para que pessoas que possam sair fazendo isso, realmente o façam. E, assim, eu entendo bem quem tem condições e resolve comprar 22 mil ingressos, como o UOL diz que alguém fez em Recife (se é que essa informação é verdadeira, porque, enfim, é o UOL).  Com toda essa campanha contra, a gente não desiste, não se intimida. Só se fortalece mais e fica com ainda mais vontade de ver esse filme ser o maior lançamento da história do cinema nacional. 

Porque é isso que nós aprendemos com Moisés e com o Deus que enviou as dez pragas para libertar o Seu povo. É uma história de perseverança, de força, de generosidade, de permanecer firme contra a oposição, de manter a fé, de crer no que não vê, da criação de um povo com identidade sólida... É uma história que se conecta comigo, que sou da Universal, mas que também se conecta com o católico, o espírita, o budista, o ateísta, etc. porque não se conecta com rótulos, mas com seres humanos. Por isso eu realmente fico indignada ao ver todo o esforço por divulgar um conteúdo de extrema qualidade (não apenas técnica) sendo reduzido a uma conversinha de comadres nesses sites de fofoca notícia "a Universal está pagando", "a Universal está obrigando", como se fôssemos um grupo de zumbis descerebrados. 

Vamos deixar, então, que, a partir de quinta-feira, os cinemas falem por si. E eu realmente espero, de todo o meu fígado (que é maior que o coração), que o filme fique muito, mas muito tempo em cartaz. E que bata todos os recordes a que tem direito. E que traga uma mensagem positiva, de fé e de força, para variar um pouquinho. Coisas que não vemos noticiadas, porque, enfim, não vendem jornal.


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PS: Meu blog voltou a funcionar! :D Já coloquei esse texto lá, clique aqui para ver. 



domingo, 24 de janeiro de 2016

Será que você realmente sacrifica?






Diz que sacrifica, mas não quer dar a cara a tapa. Diz que sacrifica, mas se preocupa mais com o que os outros vão pensar de você do que no tanto de gente que vai alcançar ao se expor. 

Diz que sacrifica, mas não vê a hora de dar o horário de ir para casa. Diz que sacrifica, mas suas vontades, seus medos, seu orgulho ou sua insegurança estão acima do que Deus lhe pediu. Diz que sacrifica, mas olha com maus olhos, julga com base em informações dadas por terceiros, sem conhecer. Diz que sacrifica, mas não consegue segurar a língua ao comentar da vida alheia. Diz que sacrifica, mas dá um jeito de revidar sempre que se sente ofendido. Diz que sacrifica, mas guarda ressentimento. Diz que sacrifica, mas continua seguindo seu coração.

Diz que sacrifica, mas não abre mão de sua vontade nas coisas mais básicas. Diz que sacrifica, diz que se entregou, mas só faz o que quer. Diz que sacrifica, mas arranja desculpas para não fazer o que precisa ser feito. Diz que sacrifica, mas não quer sair da zona de conforto. Diz que sacrifica, mas dá mais valor à aparência do que àquilo em que sabe que precisa mudar. Diz que sacrifica, mas acha muito difícil obedecer.

Sacrificar é entregar tudo. Sua vontade, seu eu, seus achismos, sua teimosia, seus medos, suas inseguranças, seu orgulho, sua vida, sua reputação. Colocar um uniforme é muito fácil. Aprender os jargões de um grupo e se parecer, por fora, com um membro fiel, é mais fácil ainda. O difícil é colocar esse uniforme dentro de você. O difícil é assumir tudo aquilo que vem com o compromisso: a entrega, o morrer para si mesmo – de verdade, não da boca para fora. 

As portas do Reino de Deus estão abertas para você, apenas esperando esse primeiro passo. Esse passo que mais ninguém irá ver, só você, pois é algo que não é possível ostentar. Abrir mão de coisas materiais é muito fácil. Agora, abrir mão daquilo que você já se acostumou a fazer, da sua reclusão, da sua timidez, da sua teimosia, daqueles hábitos que você gosta tanto, daqueles pensamentos que são seus há muito tempo...ah, isso exige o verdadeiro sacrifício. 


 "Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional."
Romanos 12:1



Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
Romanos 12:1
Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
Romanos 12:1
Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
Romanos 12:1



PS: Eu já escrevi sobre sacrifício em um texto que foi publicado no blog do Bispo. Se você ainda não leu, clique aqui para ler. 

Cuidado com o Evangeliquês - Parte 1



Todos os grupos têm uma linguagem própria. Advogados têm seus jargões jurídicos, médicos têm seus jargões, funkeiros têm seus jargões, adolescentes têm seus jargões…não importa o tipo de grupo. A linguagem ajuda a unificar internamente e a diferenciar externamente. Provavelmente por isso temos no meio evangélico uma série de jargões e uma linguagem própria tão peculiar que eu chamo de Evangeliquês. Em algumas igrejas, é quase um dialeto à parte.

Os problemas disso são infinitos. Eu mal conseguiria começar a listar. O principal deles, porém, é que falar evangeliquês vai contra um dos principais mandamentos do cristianismo, que é espalhar o Evangelho. Como você vai espalhar o evangelho adequadamente usando uma ferramenta que serve principalmente para fechar o grupo em um gueto e afastá-lo das pessoas de fora? E nem é por mal. Chega um momento em que você está tão envolvido com as atividades da igreja que começa a falar lá fora do mesmo jeito que fala no meio do seu grupo. É natural.

Há uma linguagem dentro da igreja que é perfeitamente compreendida pelo público interno. Mas ao estender isso para quem não está na mesma vibe que você, surge o choque cultural. Você começa a ser mal compreendido. As pessoas já não entendem mais suas palavras. Elas já o acham ET por ir tanto a uma igreja. Agora começam a achá-lo ET por estar falando coisas sem sentido (na cabeça delas).

Absurdamente, muitos cristãos não são perseguidos na família ou no trabalho por seu comportamento correto, mas, sim, por seu linguajar esquisito. Parecem, aos olhos dos outros, fanáticos. Principalmente quando, além das palavras esquisitas, começam a falar de assuntos que ninguém de fora entende (e nem quer entender).

O marido (não cristão) fala alguma coisa negativa para a esposa cristã e ela já responde com um: “Tá amarrado, em nome de Jesus!”. Ou fica falando “Deus isso”, “Deus aquilo” em momentos totalmente fora do contexto. Quanto mais ouvimos uma palavra, menos atenção damos a ela. Não gaste o nome “Jesus” ou a palavra “Deus” à toa, por favor.

Temos que ter equilíbrio e entender que a vida cristã começa de dentro para fora. Não é pelo muito falar que você irá converter alguém. Não precisa falar de igreja o tempo todo, não precisa dizer “ungido”, “aleluia” e “glória a Deus” o tempo inteiro para provar que é de Deus. Nem chamar os outros de “perturbados”, “pervertidos” etc. Devemos nos diferenciar pelo nosso comportamento, pelo nosso caráter.

Somos ETs pela nossa maneira de pensar, porque nossos valores são diferentes, porque nossa visão de mundo é outra, não porque falamos esquisito e nos vestimos com sacos de batata. Nossa linguagem deve ser limpa, sem a pobreza de palavrões, mas também sem o evangeliquês, que também empobrece o discurso.

E não são apenas os exemplos extremos, como “aleluia” e “tá amarrado”, mas também os termos que usamos no dia a dia. Se eu disser para alguém de fora da igreja que fulano é "muito de Deus”, o que você acha que essa pessoa vai entender? Talvez entenda o que eu quero dizer, mas talvez não entenda. De qualquer forma, meu linguajar vai causar estranhamento o que, por si só, prejudica a comunicação. Tente descrever o que é uma pessoa muito de Deus. Pense um pouquinho mais e traduza seu pensamento em palavras que a pessoa esteja habituada a ouvir.

O próprio apóstolo Paulo se esforçava para adequar seu discurso aos ouvintes. Ele não poderia falar como judeu para os não judeus, porque quando a linguagem que você usa para falar é diferente da linguagem que seu interlocutor está habituado a ouvir, você cria um ruído que corta o canal de comunicação:

“E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei.
Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei.
Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.
E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele.”
1 Coríntios 9:20-23

"Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns"... o foco de Paulo não estava no que era mais cômodo para ele, mas no que era mais eficiente para o seu objetivo.

Porém, suas palavras devem ser apenas um meio para levar o conteúdo que você já tem dentro de si. Ganhamos a atenção das pessoas muito mais por nossas atitudes e pelas coisas boas que temos dentro de nós do que por qualquer discurso. Todos nós já conhecemos pessoas que se diziam cristãs, mas tinham mágoa, eram maldosas, desonestas ou descontroladas. Isso porque eram fluentes em evangeliquês e viviam dentro de uma igreja, mas não se preocuparam com o seu interior. Nesse caso, a linguagem que usavam só serviu para vacinar as pessoas contra o Evangelho. Muito útil, não? 

Então, se quiser ajudar alguém, desenvolva o que você tem por dentro. Se foque no tipo de pessoa que você quer ser.

sábado, 23 de janeiro de 2016

Quando os problemas brotam feito cogumelos


Todos os meus sites saíram do ar. Já entrei em contato com o serviço de hospedagem e eles disseram que estão trabalhando para resolver. Porém, achei melhor fazer um blog provisório no blogspot enquanto eles organizam as coisas por lá, para não deixar meus leitores na mão.

Quando o pessoal terminar a reforma do blog, voltaremos para lá. Por enquanto, fiquem à vontade, puxem uma cadeira e peguem uma xícara de chá. Espero que sintam-se em casa, apesar da bagunça.:)

É aquele tipo de problema que aparece do nada. Tudo estava bem, tudo estava lindo, organizado, programado, como deve ser. Comecei a fazer uma série tão bonitinha sobre evangeliquês (ou melhor, sobre evitar evangeliquês e fugir dele como o diabo fugiria da cruz, se ele fugisse da cruz)...publiquei a parte 1, estava com posts agendados...só que fiz várias modificações no texto depois de publicadas (sempre faço) e não tenho a menor ideia de quais foram. 

Hoje é meu aniversário (por favor, ajam naturalmente, só cito esse fato porque é relevante para o texto) e meu marido me tirou um pouco do trabalho e me chamou para ir à livraria (meu passeio preferido rs), onde passamos algumas poucas horinhas. De volta para casa, meu gatinho ficou doente (crise de sinusite) e lá fomos nós falar com a vet e ir atrás de remédios, com direito a aplicação de soro subcutâneo (que nunca tínhamos feito na vida). Fiquei na função de enfermeira do gato e vimos que todos os sites estavam fora do ar. Se eu fosse fazer drama e dar chilique por tudo, seria a miss chilique 2016 e não resolveria nada. Então, pedi ao Davison que me ajudasse com o servidor do blog e encaminhamos as coisas. 

Agora que tudo meio que se acalmou, consegui trabalhar neste blog, para manter as coisas com um certo grau de normalidade. Sim, problemas pipocaram feito cogumelos instantâneos, ameaçando me deixar estressada e arruinar meu sábado. Porém, conscientemente, eu não me estressei, não me descabelei, não me desesperei com nada, não fiquei chateada, nem frustrada. Simplesmente peguei a pequena coleção de problemas que caiu na minha cabeça no dia de hoje e vi o que poderia fazer para resolvê-los:

Problema (a): Tiggy doente. O que posso fazer para resolver? 1 - Limpar as narinas com soro fisiológico. 2 - Entrar em contato com a vet. 3 - Seguir orientações da vet.

Problema (b): Blog fora do ar. O que posso fazer para resolver? 1 - Entrar em contato com a Locaweb  abrir chamado de suporte técnico.

Problema (c): O blog continua fora do ar e leitores não têm acesso a novos posts. O que posso fazer para resolver? 1 - Colocar o conteúdo em um blog do blogspot.

Problema (d): Não consigo acesso a nenhum dos meus blogs provisórios antigos no blogspot. O que posso fazer para resolver? 1 - Criar um blog novo. 

Problema (e): Nenhum dos títulos que costumo usar está disponível. O que posso fazer para resolver? 1 - Pensar em um novo título.

Bem simples: você tem um problema. Em vez de ficar pensando no quanto ele é problemático e em como você se sente miserável por tê-lo em sua vida e em como você é uma pobre criatura azarada que não consegue ter um sábado tranquilo sem uma porção de coisas irritantes pulando na sua frente, seja objetivo e pense no que pode fazer para amenizar ou resolver. Ainda que não seja a solução perfeita (eu gostaria de ter acesso a todos os posts, já editados, para colocar aqui, por exemplo), o que você pode fazer agora para resolver esse problema?

E se não tem absolutamente nada que você possa fazer, para que ficar sofrendo? Para que se sentir injustiçado? Para que alimentar peninha de si mesmo? 

Quando você se esforça para fazer menos drama, ser mais objetivo e ter menos nhenhenhém, a vida fica muito mais tranquila e infinitamente mais leve.


PS: Vou terminar de editar os textos do evangeliquês e passo para cá, don't panic.